Powered By Blogger

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A importância da Economia: Brasil, se perdermos o rumo, onde chegaremos?


Maurício Cajazeira

A economia é um tema considerado por muitos, bastante complexo, mas, na verdade, trata-se de algo presente na vida diária de todos nós. Normalmente, parece algo ligado somente aos profissionais de finanças, negócios e governo, mas, ao contrário, a influência da economia na vida das pessoas é percebida através do aumento do custo de vida, dos impostos, dos gastos públicos, etc. Atualmente, com o mundo em crise, é de fundamental importância ler, estudar e procurar entender sobre economia, pois, este tema já faz parte diária dos noticiários de jornal e programas de TV. Economia é a ciência social que estuda a produção, a circulação e o consumo dos bens e serviços que são utilizados para satisfazer as necessidades humanas.

 O fornecimento de bens e serviços às populações inicia-se juntamente com a evolução das civilizações no mundo antigo. A negociação entre as pessoas surgiu como essencial para a vida, primeiramente através do escambo e, em seguida, utilizando moedas de metais preciosos, ou seja, a relação comercial de bens existiu por muito tempo, sem que se pensasse em entender como o sistema funcionava. Os pioneiros a escrever sobre temas que posteriormente seriam chamados de economia foram os antigos filósofos gregos. Posteriormente, surgiram pensadores econômicos importantes contribuindo para o desenvolvimento das teorias que fundamentam a economia, juntamente com as chamadas Escolas do Pensamento Econômico.

A moeda, no exercício e evolução das suas funções e representações, surge como importante instrumento para surgimento e desenvolvimento dos mercados comerciais, financeiros e de trabalho. Com o desenvolvimento dos mercados, a busca pelo crescimento econômico tornou-se foco principal dos países que, representados pelo tamanho das suas economias, classificam-se como subdesenvolvidos, em desenvolvimento ou desenvolvidos.  O desenvolvimento de um país, principalmente o econômico, depende, diretamente, da atuação política-governamental, de acordo com o regime de governo que utiliza.

O Brasil, país classificado como economia em desenvolvimento, assim como outros, deve buscar seu crescimento através da implantação de uma política econômica de manutenção da taxa de juros, redução dos índices de desemprego, maior controle do câmbio, elevação das exportações, diminuição do déficit habitacional, melhoria dos índices educacionais, crescimento do PIB, controle da inflação, dentre outros. A partir do processo de globalização, ocorreu a ampliação das fronteiras das organizações e o mercado passou a responder mais rapidamente às influências locais, regionais e globais, tornando mais sensíveis as economias, independente da categoria em que o país esteja classificado. Esta “velocidade” de resposta do mercado acaba sendo percebida de maneira muito rápida e impactando no dia a dia de cada cidadão.

Para facilitar o entendimento, segue uma análise histórica recente da economia brasileira:

A partir de 1994, no governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil passou a experimentar a estabilização da economia. Antes dessa estabilização erámos um país onde as pessoas não consumiam porque a inflação era galopante. Não havia crédito disponível, os empresários não investiam por medo e falta de confiança, lembrando também a insegurança em relação à moeda. Portanto, para o Brasil, existiram dois momentos na economia: antes e depois da implantação do Plano Real.  Esta implantação aconteceu em três etapas. Primeiro ocorreu um ajuste fiscal, depois, num segundo momento, a indexação da economia e alinhamento de todos os preços com a URV (Unidade Real de Valor) e, finalmente, a última etapa que foi a transformação da URV em moeda, introduzindo o real.

Como reflexo, inicialmente, a economia brasileira presenciou a redução expressiva da inflação, o crescimento da demanda, até então reprimida, a recuperação dos salários reais e a confiança nos negócios, com a economia crescendo 5,9% em 1994. Depois, para manter a inflação baixa, houve um aumento das taxas de juros e foi usada a chamada “âncora cambial”. Observamos ainda neste período o surgimento de duas crises: nas contas públicas e nas contas externas.

Em 1999, o governo Fernando Henrique Cardoso passa a definir como "elementos principais da política econômica" o câmbio flutuante, as metas de superávit primário e o sistema de metas de inflação. Estes elementos marcaram a fase do chamado "tripé econômico" que caracterizou o final do governo Fernando Henrique Cardoso e o primeiro mandato do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como resultado, tivemos um período de duplo ciclo de crescimento observado através da melhoria nos termos de troca (valorização dos preços dos produtos vendidos ao exterior) e do crescimento expressivo do consumo motivado pelo crédito. Porém, com o passar do tempo, esse duplo ciclo acabou.

Para enfrentar a crise de 2008, o governo Luiz Inácio Lula da Silva  abandonou o tripé macroeconômico e passou a adotar uma nova matriz econômica, tendo como principais características: o aumento dos gastos públicos, uma maior intervenção do Estado na economia, tolerância maior no combate à inflação, maior participação do BNDES, controle de preços, maior atuação no mercado de câmbio, novo marco regulatório do setor de petróleo, publicação da MP 579 (Setor Elétrico), contabilidade nacional mais criativa e concessões. Os objetivos da nova matriz econômica foram: taxa de juros baixa, maior competição na taxa de câmbio e uma política fiscal mais simpática ao investimento.

O governo Dilma Rousseff recebe o país com uma taxa Selic de 10,75% ao ano e, para combater a inflação, em um primeiro momento, elevou o juro básico a 12%. Em um segundo momento, utilizou de uma política monetária mais flexível, levando os juros à casa histórica de 7,25% ao ano. Entretanto, essa mudança na taxa de juros não ocorreu pela existência de um novo equilíbrio, mas sim, como reflexo do cenário externo que levou os bancos centrais em todo mundo a utilizar este método com o objetivo de fazer frente à queda da Lehman Brothers em 2008.

Em 2014, após o fervor da eleição, em sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (COPOM) acelerou a alta dos juros, elevando a taxa em 0,50 pontos, passando para 11,75%. Para 2015, a projeção para a Selic sobe de 12% para 12,50% (Fonte: Boletim Focus do Banco Central). A mediana das estimativas para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu de 6,49% para 6,50%, já a projeção para 12 meses saiu de 6,57% para 6,63%. O PIB (Produto Interno Bruto) para 2015 estimado é de 0,73%. Na produção industrial, a projeção é de alta de 1,13% para 1,23%. Assim, a Selic já é superior à do início do governo Dilma Rousseff.

Deixar de lado a possibilidade do câmbio flutuante tem representado insucesso no exercício da política cambial brasileira. Inicialmente o governo tentou estimular a indústria aumentando a competitividade das nossas exportações através da depreciação do real. Atualmente, o câmbio é usado como instrumento de combate à inflação, tentando trabalhar o valor do dólar para manter o nível da Selic. O reflexo disso é a venda sistemática de dólares por meio de swaps ou diretamente, na tentativa de frear a inflação. Porém, tudo isto tem levando a uma redução das reservas internacionais, tornando a economia brasileira mais sensível aos possíveis efeitos do esperado ciclo de altas taxas de juros no mercado mundial. Assim, verificamos o risco de faltar dólar quando a economia brasileira mais precisar vender.

Preocupante também é a questão fiscal, pois a política fiscal brasileira não tem sido eficiente em suas ações uma vez que, não consegue garantir espaço ao investimento, principalmente o privado. Antes, o Brasil era visto como destino atraente para o investidor estrangeiro. A expectativa era de ocuparmos o posto de quinta maior economia do mundo em pouco tempo, principalmente considerando a atração da copa do mundo, o pré-sal, as olimpíadas e os resultados da nova matriz econômica. Contudo, independente do vexame da seleção brasileira na copa do mundo, o evento não conseguiu garantir ao país uma maior confiança aos olhos dos investidores.

A partir de agora, o cenário é de muita preocupação, pois há uma expectativa de crescimento da inflação, uma vez que, os preços monitorados terão que subir (energia, combustível, transporte, entre outros) e o déficit em conta corrente pode assustar, ou seja, o câmbio não deve ser mantido em níveis menores por muito tempo. Tudo isso exige um banco central eficiente, com uma equipe econômica capaz de trazer a inflação de volta a níveis administráveis. A expectativa em relação à economia Norte Americana é de aumento na taxa básica de juros em 2015, causando um maior retorno de recursos para os EUA por meio da elevação da demanda por dólar. Para o Brasil, a elevação da taxa de juros nos EUA trará primeiramente, dificuldade para fechar as contas com o exterior, uma vez que, iremos observar um processo de fuga de capitais. Em um segundo momento, com o dólar mais valorizado, ocorrerá o aumento do preço dos produtos adquiridos no mercado internacional que, negociados no mercado interno apresentará uma alta de preços, por conta do efeito câmbio, fortalecendo a inflação.

A esperança é de que haja uma mudança gradual deste cenário, pois, do contrário, poderemos  voltar a sofrer com os impactos negativos da inflação, vivendo numa economia caracterizada pela estagnação com redução dos salários, aumento expressivo do desemprego, inexistência do crédito, desvalorização dos imóveis e aumento do endividamento das famílias. Para que esta mudança ocorra, torna-se necessário o rompimento das barreiras que impedem o crescimento, encorajando a eficiência da economia juntamente com os investimentos. O governo deve ser eficiente a ponto de corrigir a elevação e a qualidade dos gastos públicos, reduzir a carga tributária, contribuir para reduzir o endividamento das famílias e eliminar o fantasma do apagão de energia, pois energia representa trabalho aos olhos do investidor. A capacidade de uma economia em energia disponível apresenta a sua capacidade em gerar trabalho, atraindo os investimentos.

 

33 comentários:

  1. É difícil de acreditar no atual canário do Brasil, levando em consideração que temos vastos sistemas que temos tantas riquezas a serem exploradas para podermos sairmos desta situação, o momento atual é preocupante pois estamos passamos por um dos piores momentos da economia sem sabermos de maneira exata quando irá retornar a ser como era antes, e isto se voltar. Tendo em vista uma política que temos em nosso país fica difícil crer em uma melhora rápida e eficiente pois se a politica não melhora, a economia também não irá, e com isso não tem como voltar ao eixo, pois tudo tem que gIrar de uma forma que uma incentive a outra que faça crescer dar impulsão, vivemos em país que nosso representantes não querem nos representar e sim só prometer para ganhar uma no vaga plenário,desta forma atitudes tomada por essas pessoas sem comprometimento faz com quer a economia viva um caos, pois tudo esta mais caro, o salário não aumenta na proporção dos aumentos excessivos com isso lógico falta dinheiro para o consumo, sem o consumo, tudo que esta á venda estaciona nos vastos setores, entre eles civis, mobiliários, automobilístico e etc. Sem este consumo economia não gira inflação vai aumentando cada vez mais e ficando mais difícil uma saída.

    ResponderExcluir
  2. Em momentos de crise, muitos pensam em mudanças, arrumar malas e assim achar que as crises ficarão.O povo deverá encarar a volta da inflação em ritmo acelerado, aumentando o valor dos alimentos, combustíveis e serviços.A recomendação é que o povo tente poupar algum dinheiro e economizar o máximo possível para passar por essa atual situação econômica no Brasil. Se continuar assim muitas empresas vão acabar tendo que demitir vários funcionários ate que a coisa melhore.

    ResponderExcluir
  3. Como se eximir de uma situação onde é notória a presença ou até mesmo a ausência de um governo, criando situações adversas para a instauração de crises financeiras, econômicas e sociais, onde o papel ético da politica torna-se cada vez mais vulnerável e instável que leva uma população a sentir o peso da culpa dos seus governantes.
    Diante da tal situação só nos resta agirmos de forma coerente e responsável na hora de escolhermos os nossos representantes políticos, com a certeza de que as decisões por eles tomadas não nos levarão a pagar o preço que hoje toda a população paga.

    ResponderExcluir
  4. Tantas perspectivas para um ano de crescimento e vemos a nossa economia em um declínio assustador. Temos assistido diariamente nos telejornais escândalos de corrupção que nos levam as seguintes questões: Onde vamos parar? Quem é o culpado?
    E a resposta é simples: A culpa é nossa, dos brasileiros, eleitores, que não exercem nas urnas o seu direito e dever. Pois temos direito e dever de fiscalizar quem estamos colocando no poder, pois políticos comprometidos com o povo brasileiro estão em situação de extinção, e ao invés disso temos no poder, políticos que nos envergonham perante o cenário internacional e como consequência temos um pais desacreditado onde não é seguro investir e com isso vemos mais uma vez o nosso sistema econômico estagnado.

    ResponderExcluir
  5. Esperamos que o Brasil após passar por grandes recessões, alta taxa de inflação no passado, não venha a seguir este caminho de instabilidade e incertezas e venha a retomar o equilíbrio financeiro, conseguindo retomar o crescimento eliminando qualquer risco de inflação, e tenha uma economia equilibrada, com crescimento, maiores ofertas de emprego no mercado de trabalho e muito desenvolvimento.
    Todo este percurso que quem viveu sabe o quanto se faz necessário que se retome o crescimento e que governo saiba tomar as decisões corretas, que consiga reduzir os gastos públicos e retomar o controle da economia. Entre todas as vertentes citadas. Tenha o controle da situação e coloque a nação de novo nos trilhos do crescimento econômico, atraído investimentos externos e capital, e que os nossos gestores invistam mais em educação, pois uns pais sem uma boa educação, se torna uma pátria com mão de obra mais qualificada, com maior e melhor nível educacional em todas suas camadas sociais, mais industrializado e com maior qualidade de vida para sua população.

    ResponderExcluir
  6. estamos na expectativas de que o brasil depois de chegar a ser um país em desenvolvimento,ele não venha a cair desta posição ,entre todos os acontecimentos citados consiga ter o controle da situação .e que as autoridades do nosso pais venha a acordar e perceber que o povo já não é mas como no passado e que espera mudanças. esparamos uma baixa na inflação ,redução de impostos ,melhorias nos atendimentos públicos e que se precisar de ter alguns cortes que seja nesses salários gordos e privilégios que as autoridades desse pais recebe e não bolço do trabalhador.precisamos de melhorias com urgências pois onde iremos parar. Talvez se diminuísse dois cargos de ministros ,quem sabe o brasil conseguiria se estabilizar um pouco .

    ResponderExcluir
  7. Diante das comparações não só o Brasil mais como outros países buscam seu crescimento na manutenção na taxa de juros atraz de trazer benefícios buscando a diminuição na faixa de desemprego investem mais na educação, mais com desastre diante de tal governantes a econômica brasileira não tem sido eficiente estar em situação preocupante onde a inflação só aumenta aparti de agora a preocupação e pela alta inflação e pelo um grande índice de desemprego onde os bens de consumo estão cada vez mas caros ,o Brasil tem que passa por uma boa administração para que tudo se normalize

    ResponderExcluir
  8. Diante da crise financeira consequentemente a inflação e a taxa de desemprego que está aumentando a cada dia mais,falta de estabilidade financeira do país,desvalorização da moeda e com maus gestores,corrupção fica díficil de ter uma economia estabilizada.De fato está ocorrendo vários cortes de funcionários de empresas de pequeno e grande porte,ocasionando até mesmo a falencia.Diante desses fatores vemos uma crise economica que há muitos anos não viamos .

    ResponderExcluir
  9. O cenário vivenciado no Brasil estagnado atualmente é decorrente da má administração dos gestores Públicos, após na décadas de 90 o Brasil passou por um período de crescimento caracterizado pelos definições dos elementos econômicos e um fatos que sera determinante para o ascendência do potencial econômico é a taxa de cambio que pode varia ou não freia a inflação.
    A economia e uma ciência social de a suma importância que a valia o crescimento de um país através de fatores econômicos IDH, inflação PIB entre outros.

    ResponderExcluir
  10. O tema "economia" está ligado ao nosso dia a dia, na nossa vida mais do que imaginamos. Quando acordamos todos os dias e simplesmente ligamos a tv para assistirmos os telejornais pela manhã, logo de cara já ouvimos falar sobre esse assunto que cada vez mais está na boca da galera, a "Crise Econômica".
    Nos somos reféns da economia, esse mercado que movimenta o nosso país, assim como movimenta o mundo. Não temos escolha se não seguirmos a corrente, se os preços dos produtos aumentam de forma generalizada estamos em período de inflação, os juros sobem, as taxas sobem e logo vem a noticia, estamos vivendo em crise.
    É como se o mercado estivesse se fechando para quem não consegue superar essa onda de prejuízos, é por esse motivo que devemos utilizar uma das ferramentas mais importantes e fundamentais da nossa vida: "o conhecimento". está disponível em tempo real no nosso dia a dia, é inadmissível fecharmos os olhos para aquilo que está em nossa frente, precisamos entender o que está nos atacando para podermos nos defender.
    O governo precisa trabalhar de forma a equilibrar a situação econômica do nosso país, porém, não podemos esperar que as coisas se resolvam em um piscar de olhos, essa crise econômica está afetando de forma direta as nossas vidas, todos os setores da economia estão sendo prejudicados, e enquanto essa situação não se resolver é imprescindível que tenhamos cautela em nossas decisões, para que não sejamos "marionetes" da crise.

    ResponderExcluir
  11. O brasil está passando por um momento delicado, onde só o que se vê são notícias de desvio de verbas, mensalão, dinheiros pagos por nós trabalhadores que pagamos nossos impostos. não dá para continuar da forma que está, o governo Dilma tem que procurar uma maneira para sairmos dessa crise, tem que ser explorado o que temos de melhor, o petróleo, a cana-de-açúcar, industria, etc. Ficar parado esperando o pior não dar, só irá piorar mais a situação.

    ResponderExcluir
  12. A economia brasileira está passando por um momento delicado, onde podemos notar aumentos como, na taxa de desemprego e na taxa de inflação. E ainda para piorar a situação, os escândalos de corrupção ligados aos setores de infraestrutura e petróleo só ajudam à aumentar a crise que passamos, diminuindo assim investimentos econômicos. Sendo que o setor de infraestrutura é tido pelo governo como um departamento que levará o Brasil ao crescimento. Com isso o governo terá que trabalhar bastante para atender as expectativas para 2017 de uma volta ao crescimento econômico.

    ResponderExcluir
  13. O brasil estar passando por momentos dificíl onde todos nós brasileiros estamos sentindo na pele o preço da crise econômica, a falta de administração dos gestores públicos está afetando o nosso país, alta taxa de juros, alto indise de desemprego, elevada taxa de energia, em fim com todo este processo os empresários estão com medo de investir, ou seja, não tendo investimento o país não cresce, esperamos que o Brasil o quanto mais rapido retorne o equilíbrio financeiro colocando o país para crescer novamente.

    ResponderExcluir
  14. O MAIOR DESASTRE DOS ÚLTIMOS ANOS É A ECONOMIA DO BRASIL.........A ECONOMIA NÃO CRESCE HÁ CINCO TRIMESTRE ISSO REPRESENTA UM DESEMPENHO NEGATIVO PARA TODAS AS ATIVIDADES ECONÔMICAS ,COM ISSO O CONSUMO FAMILIAR ENCOLHEU E A INDUSTRIA TEVE QUEDA OU SEJA O BRASIL A CADA DIA SE AFUNDA O DESEMPREGO SÓ AUMENTA E OS BANCOS RECUSAM EMPRÉSTIMOS COM MEDO DOS CALOTES OU SEJA SE PREPAREM QUE O PIOR ESTA POR VIR .....

    ResponderExcluir
  15. O Brasil esta passando por um momento delicado, onde esta com a economia descontrolada e prejudicando vários setores, trabalhadores perdendo seus postos de trabalho deixando de consumir e assim deixando de aquecer a economia para sairmos dessa situação.
    O governo perdeu o controle da situação quando deixou de fazer reajuste de alguns produtos e serviços por um período e aumentando aos poucos e deixando os valores muito caros. Exemplos da conta de energia que é um serviço que não podemos deixar de consumir e sendo obrigados a aceitar os reajustes do governo.
    Estamos aguardando uma boa saída do governo para não deixar o país quebrar.

    ResponderExcluir
  16. A atual situação econômica do Brasil vem causando muita preocupação à toda parcela da população que depende do seu próprio trabalho para garantir seu sustento.
    Sejam empregados ou empresários, estão todos preocupados com os rumos que nossa economia vem tomando nos últimos tempos. Com essa situação econômica do Brasil os empresários estão adiando investimentos e novos empreendedores estão aguardando melhores momentos, menos incertos para iniciar seus projetos.

    ResponderExcluir
  17. Assim como a água que usamos, o ar que respiramos, o alimento que nos aquece, a economia é primordial em nossas vidas. Más, para isso, precisamos de uma boa gestão, um conhecimento profundo e, principalmente um bom projeto.


    A economia está voltada as demandas e as ofertas, as buscas contínuas e elas precisam estar sempre constantes e aquecidas. E para isto, é preciso que a taxa Selic esteja bem baixa, e assim, possa usar livremente como empréstimos entre os bancos e nas aplicações feitas por ele em formas de Títulos Públicos Federais. E o Governo Dilma, nos últimos tempos, vem deixando a nós brasileiros, preocupados com a situação em que a casa se encontra.
    Como utilizar a taxa Selic como referência de juros para empréstimos e financiamentos, estando tão alta assim? Se ela é um instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação, e hoje, perderam o controle.


    De fato, o País está em Crise, e tudo está em alta. A energia está em alta, os produtos supérfluos e outros com seus juros e suas taxas cada vez mais elevadas e os governos visando uma só coisa - seus bolsos. E assim, aumentando cada vez mais seus salários e esquecendo-se do Povo brasileiro, que com os aumentos absurdos de seus preços, nossos humildes salários ficam pequenos, em relação aos produtos caríssimos.


    Estamos voltando ao Governo FHC, com seus juros e taxas altíssimas, e que o governo atual, não está fazendo diferente. Com a chegada do Governo Lula, abriu as portas para que a Classe Média baixa pudesse “competir” com as classes mais elevadas (frequentar mesmo lugares, permitiu a facilidade de se obter seu primeiro Imóvel, transportes, viajar de avião e etc...), ou seja, gerou mais empregos, mais consumo.


    De acordo com economistas, a alta está relacionada com os esforços do Banco Central em reduzir e controlar a inflação, para que em 2016 ela possa ficar dentro da meta estabelecida.


    E eu deixarei uma pergunta no ar que não quer calar. E o Povo brasileiro, onde fica nesta História?


    Texto de Adailton Andrade dos santos

    ResponderExcluir
  18. O Brasil está passando por uma situação desesperadora.


    Empresas a todos os momentos estão fechando as portas, fazendo que uma coisa leve sempre em consideração a outra e com isso, pessoas estão ficando desempregadas, diminuindo a procura pela oferta e demanda do consumo e sua representatividade da inflação no gráfico, sobe cada fez mais. É triste ver um País tão rico, feito o nosso, seja em minérios, quer seja em exportação, chegar a um ponto onde só se sabe o que é aumentos de de taxas.


    Estamos em um ponto bastante crítico e, assim como os Economistas afirmam que tudo retornará ao normal a partir do 2° semestre de 2016, acredito que sim, também. Até porque, não podemos jamais ser pessimistas.

    Rosilene da Silva

    ResponderExcluir
  19. Um dos principais impactos da crise económica de 2015 sobre a vida das pessoas e das empresas por conta da inflação acelerada.
    A mesma já está a um bom tempo sendo tratada e maquiada mas nao terá essa sustentabilidade por muito tempo. A crise está provocando ajustes no preço do dólar e do euro.
    A maioria das empresas esta sofrendo mais devido as restrições de crédito, pois os agentes financeiros vendo a instabilidade economica estao reduzindo a concessão de crédito diminuindo a inadimplência.

    ResponderExcluir
  20. Cenário econômico brasileiro
    O Brasil vinha caminhando bem, sobretudo a partir da era FHC. O presidente, naquele momento histórico, com uma equipe competente¬ finalmente conseguiu tirar o país de uma inflação que sufocava o povo brasileiro; finalmente parecia que saíramos definitivamente do estigma de “país do futuro” e entraríamos no grupo dos países desenvolvidos.
    Após a era FHC, veio a era do Lula que de imediato seguiu a mesma política do FHC, e a economia continuou a andar nos trilhos sem problemas mais significativos, o que prova que o Lula não teve mérito algum, apenas seguiu à risca a cartilha do plano econômico de outrora (FHC) muito bem aplicado e que resistiu às crises externas como, por exemplo, a crise imobiliária nos Estados Unidos que levou a falência vários bancos norte americano e, consequentemente, afetou outras economia pelo mundo.
    Contudo, na no segundo mandato do presidente Lula a coisa começou a degringolar e com presidente Dilma, a coisa foi para piorou ainda mais e tem grandes chances de ir para o buraco. Mas a pergunta que não que calar é a seguinte: Por que nossa economia entrou em recessão: Por que estamos vivendo novamente com o fantasma da inflação que assombrou o povo brasileiro tanto tempo?
    Em virtude do pequeno espaço que temos, parece-me que um dos problemas que responde a essa questão não é a crise internacional, mas, sim, uma política econômica fraca, incompetente, com políticos também incompetentes (Dilma) que escolhem pessoas para os cargos mais por um viés ideológico que alguém de fato capacitado para resolver os problemas, alguém qualificado de fato.
    Em suma, a crise atual brasileira é real e preocupa. Mas para resolvê-la não basta apenas olhá-la por um viés apenas econômico, levando em consideração a ciência Econômica propriamente dita. É necessário olhar com muita atenção para o cenário politico brasileiro, pois um governo corrupto, que põe suas ideologias acima de qualquer coisa, derruba qualquer economia, ainda que seja a economia mais prospera do mundo.

    Alonso Jr.

    ResponderExcluir
  21. No atual momento estamos enfrentando uma crise que já é comparada por alguns estudiosos à grande depressão de 1929 nos EUA. Porém não devemos deixar tudo nas mãos do governo apesar de saber que ele tem papel fundamental na mudança desse cenário.
    Devemos pensar e agir de forma consciente quando vamos as compras ou quando planejamos nossos investimentos. Quantos de vocês fazem pesquisa em vários mercados com sua lista de compras e levam os produtos mais em conta de cada um deles? Quantos de vocês se planejam quando vão comprar aquele bem desejado? mesmo em tempo de crise, o que vejo nas ruas são consumistas insaciáveis com sacolas cheias de produtos supérfluos proporcionando uma satisfação momentânea. Basta ir ao calçadão do centro que a realidade é essa.
    o termo "economia" remete a uma ideia de que é um assunto que só diz respeito ao governo e acionistas, porém é um assunto muito mais próximo do nosso dia a dia, devemos a todo tempo, estar preocupados com a economia, pois ela interfere diretamente no modo como conduzimos a vida, seja na escolha de uma escola, a rotina no lazer, ao que consumimos em casa , etc.
    Em tempos de crise a criatividade torna-se fator decisivo para contornar qualquer adversidade que possa existir. O Governo deve fazer sua parte mais não podemos deixar que ele faça tudo, temos papeis e responsabilidades que devemos assumir como cidadãos.
    As oportunidades estão ai para todos basta estar atento as mudanças a nossa volta e mudarmos juntos para não ficarmos para trás.

    ResponderExcluir
  22. A crise já era esperada, só que, ela chegou muito antes do que muitos imaginavam. Com pouco investimento no país, má administração do governo e com o escândalo da Petrobras, o Brasil entrou em um estado de crise preocupante. A economia não cresce e as despesas crescem muito mais do que o PIB.

    ResponderExcluir
  23. Atualmente o Brasil está passando por uma situação econômica preocupante, com o aumento de custo dos produtos e serviços e a alta taxa no nível de desemprego no país, dificultando o pagamento das contas públicas, obtendo auto nível de inflação. E essa situação está sendo percebida por toda a sociedade.

    ResponderExcluir
  24. O Brasil esta passando por um momento muito difícil, um momento que esta sendo difícil ultrapassar, pois as taxas de juros e o desemprego só aumentam. E no momento não sabemos se o país é dependente ou independente, pois o governo não tem mais ideias e a crise não para de crescer e as consequências são essas que todos os dias vivenciamos.

    ResponderExcluir
  25. A política cambial brasileira não está sendo bem sucedida e a política fiscal nao garante espaço para o investimento, assim com a expectativa de crescimento da inflação só resta confiar em uma mudança no cenário econômico, pois a ineficiência do governo em vários aspectos deixa os brasileiros apreensivos também com relação ao futuro econômico.

    ResponderExcluir
  26. Acontece que a economia é algo constante e diária na vida de toda a sociedade,tem sido algo impactante através do aumento dos custos e com o mundo em crise.
    A televisao e os jornais tem nos mostrado as corrupcoes de muitos politicos e a crise na qual estamos passando onde nos faz pensar como perdemos esse rumo e onde chegaremos com tudo isso.
    O culpado de tudo isso somos nós eleitores mal informatizados,que temos o poder de escolher melhores representantes e jogamos essa oportunidade no lixo,escolhemos para administrar a economia do Brasil candidatos incapazes e corruptos no qual hoje lamentamos toda essa crise.

    ResponderExcluir
  27. O Brasil está passando por uma crise econômica preocupante, onde a taxa de desemprego está aumentando, custo de vida crescente, as exclusão dos mais pobres a vulnerabilidade das classes média expandindo a lista de vítimas no mundo. A crise que vivemos hoje não é nova. N é a primeira crise do sistema financeiro e acredito que n será a última, pois a causa fundamental da crise é a lógica do próprio capitalismo e está afetando o mundo todo.

    ResponderExcluir
  28. Atualmente falamos na crise econômica mas não como uma possibilidade, mas sim como um fato consumado dependendo apenas de data exata para acontecer. Não se trata mais de indagar se a crise econômica irá acontecer ou não, pois essa questão já foi esclarecida, trata-se agora de saber quando ela terá início e qual será a sua dimensão. A questão agora é saber qual será o tamanho da crise econômica e de que forma ela irá impactar os diversos setores da economia e também as finanças das pessoas.

    Enviado por: José Roberto santos Júnior (Aluno do 4º período de Ciências Contábeis na FAMA - Faculdade Amadeus).

    ResponderExcluir
  29. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  30. O Brasil tem uma economia forte e diversificada, com vários potenciais para investimentos, mas continua sendo considerada em desenvolvimento (às vezes alguns analistas falam em subdesenvolvimento para o nosso país) devido às falhas nas políticas fiscais, distribuição dos tributos em favor da economia, entre outras medidas que o governo por falta de planejamento claro e eficiente diante de crises da economia global ou de fomento ao crescimento financeiro nacional.
    Neste momento delicado em que o país passa por desconfiança no cenário internacional, falta um esclarecimento melhor nas medidas apresentadas para o presente e futuro da nossa economia.
    O governo não pode esperar que “o jeitinho brasileiro” crie o novo milagre econômico dos anos 70, é preciso de um planejamento continuo da economia e saber melhor agir diante das crises e oscilações da economia mundial que reflete em nosso mercado financeiro.

    ResponderExcluir
  31. O Brasil hoje passa por uma situação complicado , estava no céu com alto investimento , e desce para o inferno com baixo investimento , queda no desemprego , desconfiança no cenário internacional , falta de planejamento , alta nos imposto , parece ser um bolha que não tem fim para explodir , temos que por ordem na casa , pois nossa casa ja vem a muitos anos desarrumada . fora corruptos.

    ResponderExcluir
  32. O Brasil está perdendo importância na economia mundial, segundo avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nos últimos dez anos, o país cresceu 2,2% em média ao ano, enquanto que o restante do mundo teve uma expansão de 3,8%. Com isso, entre 1996 e 2005, o Produto Interno Bruto (PIB) do país aumentou 22,4%. No mesmo período, o mundo cresceu 45,6%, conforme a Nota Econômica, elaborada pela Unidade de Política Econômica da CNI.

    De acordo com esses fatos, o baixo desempenho econômico no País, é resultado da falta de investimento. O Brasil está passando por uma crise muito pior do que a de 2008 nos USA, a má Administração dos nossos Governantes faz com que a crise só faça piorar.

    O governo deve entrar com uma estratégia Econômica muita inteligente para o País voltar ao rumo certo e a respirar aliviado.

    ResponderExcluir
  33. A economia tem uma importância significativa em nossas vidas, se soubemos usar a economia ao nosso favor com sabedoria, coerencia e de forma ética poderemos sair dessa crise em que vivemos nesse momento com a situação dramática do nosso País que está afundado em abismo financeiro gigantesco, acho que para o pais sair dessa crise, deveria cortar gastos na carne, fazer uma limpeza na corrupção e fazer o nosso PIB voltar a crescer, se continuar do jeito que está o país continuara nesse abismo em direção ao caos total.

    ResponderExcluir